França com um a menos

GO BRASA! França com um a menos faz o Brasil de freguês

Brasil e França se enfrentam em amistoso internacional no dia 26 de março de 2026, às 17h (horário de Brasília), no Gillette Stadium, em Boston (EUA). O duelo coloca frente a frente duas das maiores seleções do mundo e serve como preparação para a Copa do Mundo.



Atualização

Brasil Perde pra França 2 a 1 e Ancelotti Estreia no Pior Estilo Possível

Amistoso Internacional | Preparação para a Copa do Mundo 2026 | Gillette Stadium, Boston (EUA) | 26 de março de 2026

Estreia de 2026. Penúltimo teste antes da Copa do Mundo em casa. Sessenta e seis mil pessoas na arquibancada. E o Brasil perdeu pra França por 2 a 1 jogando com dez durante mais de 40 minutos e não conseguiu fazer nem o empate. Mbappé cobriu Ederson no primeiro tempo, Ekitiké fez o segundo no contra-ataque mesmo com um a menos — porque sim, a França ficou com dez e ainda fez gol —, e Bremer descontou de barriga num lance de desespero. Bem-vindo ao Brasil de Carlo Ancelotti em 2026. A Copa tá ali na esquina e a gente ainda parece time de racha de quinta-feira de tarde.

O Jogo Foi Assim

O primeiro tempo foi um festival de chutes pra fora e bolas nas mãos de Maignan. O Brasil chutou cinco vezes no primeiro tempo. Todas pra fora. Nenhuma no gol. Isso num jogo de preparação pra Copa do Mundo, com Vini Jr., Martinelli, Raphinha e Matheus Cunha em campo ao mesmo tempo. Quatro atacantes. Zero finalização certa. É de chorar, minha gente.

A França, enquanto isso, tocava bonito, esperava o espaço e quando apareceu, Mbappé tratou de não perdoar. Aos 31 minutos do primeiro tempo, Dembélé lançou o camisa 10, que passou entre Léo Pereira e Douglas Santos como se os dois fossem estátuas no Aterro do Flamengo, e tocou por cobertura na saída de Ederson. 1 a 0 França. Aquele gol delicado, suave, bonito — do tipo que você admira e fica com raiva ao mesmo tempo. O goleiro do City só olhou a bola entrar.

Raphinha saiu no intervalo sentindo a coxa direita, entrou Luiz Henrique — aquele mesmo que saiu campeão do mundo pelo Botafogo na Intercontinental — e o ex-glorioso deu novo ritmo pela direita logo no começo do segundo tempo.

O Bicho Pegou

Aos 9 minutos do segundo tempo, Wesley avançou pela direita, invadiu a área e foi derrubado por Upamecano. Pênalti. O árbitro americano Guido Gonzales Jr. foi ao VAR, confirmou a penalidade e expulsou o zagueiro francês. Cartão vermelho. França com dez. Brasil com um jogador a mais por mais de 40 minutos.

Aí vem a parte que dói: a França, jogando com dez, foi lá e fez o segundo gol. Aos 19 minutos, num contra-ataque rápido que parecia ensaiado em câmera lenta pela defesa brasileira, Olise passou pra Ekitiké, que chapou na saída de Ederson. 2 a 0. Com um a menos. Porque o Brasil, com superioridade numérica, deixou a França contra-atacar. Ancelotti deve ter engolido o chiclete sem querer nessa hora.

O gol brasileiro veio aos 32 minutos do segundo tempo. Bola cruzada na área, a defesa francesa afastou mal, Luiz Henrique ajeitou na pequena área e Bremer esticou a perna e tocou pra rede. 2 a 1. A torcida brasileira acordou. O time pressionou, Vini Jr. perdeu cara a cara com Maignan aos 51 minutos — em cena que vai passar no loop da memória por semanas —, e ficou nisso. Derrota confirmada.

Cartões amarelos: Léo Pereira, Casemiro, Bremer e Ibañez (BRA); Konaté, Kalulu e Maignan (FRA)

Cartão vermelho: Upamecano (FRA) — pênalti em Wesley, 9′ do 2º tempo. Confirmado pelo VAR.

VAR relevante: Pênalti em Wesley confirmado, resultando na expulsão de Upamecano. Brasil cobrou o pênalti… espera, não cobrou. A penalidade virou expulsão, sem cobrança.

Lapidada Final

Olha, de boteco em boteco no Rio, a análise é simples: o Brasil não sabe jogar com um a mais. Nunca soube muito bem, mas hoje ficou escancarado. Quando a França ficou com dez, o time de Ancelotti deveria ter criado pressão, circulado a bola e aberto espaços. O que aconteceu? Os jogadores ficaram trocando passe no meio, o quarteto de ataque sumiu e a França tratou de fazer o segundo gol no contra-ataque — como se dez fosse número suficiente pra machucar a gente.

Sem Estevão, sem Bruno Guimarães, sem Rodrygo, sem Marquinhos, sem Alisson — a lista de ausências era grande. Mas essa não é desculpa que convença a Fiel do Maracanã, nem o flamenguista da Tijuca, nem o vascaíno da Pavuna. Copa do Mundo começa em junho. Ancelotti tem dois meses e mais um jogo pra resolver esse quebra-cabeça. E se hoje é o ensaio, o espetáculo tá longe de estar pronto.

A Tabela Não Mente

No retrospecto histórico entre Brasil e França, o placar geral ainda é favorável ao Brasil: 7 vitórias, 4 empates e agora 6 derrotas. Mas em jogos de Copa do Mundo, o recorte é amargo — os franceses venceram três das quatro vezes que se encontraram no torneio, incluindo o 3 a 0 na final de 1998 e o 1 a 0 nas quartas de 2006. Onze anos sem se enfrentarem e o Brasil voltou pra casa com derrota. O próximo compromisso da Seleção é contra a Croácia na terça-feira (31), às 21h, no Camping World Stadium, em Orlando. Outra seleção europeia, mais um teste de fogo antes da Copa. Ancelotti não tem margem pra erro.

BRASIL 1 X 2 FRANÇA | MELHORES MOMENTOS | AMISTOSO INTERNACIONAL | ge tv

B.O. da Partida

Placar: Brasil 1 x 2 França

Local: Gillette Stadium, Boston (EUA)

Data: 26 de março de 2026 | 17h (Brasília)

Competição: Amistoso Internacional — Preparação Copa do Mundo 2026

Público: 66.713 presentes

Gols: Mbappé (31′ 1T — FRA); Ekitiké (19′ 2T — FRA); Bremer (32′ 2T — BRA)

Árbitro: Guido Gonzales Jr. (EUA)

Assistentes: Nick Uranga (EUA) e Cory Richardson (EUA)

Escalação Brasil: Ederson; Wesley (Ibañez), Bremer, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro (Gabriel Sara) e Andrey Santos (Danilo); Raphinha (Luiz Henrique), Matheus Cunha (Igor Thiago), Vinicius Jr. e Gabriel Martinelli (João Pedro). Técnico: Carlo Ancelotti

Escalação França: Maignan; Malo Gusto (Kalulu), Konaté, Upamecano e Theo Hernández; Tchouaméni (Kanté) e Rabiot; Olise, Mbappé (Thuram), Dembélé (Lacroix) e Ekitiké (Doué). Técnico: Didier Deschamps

Próximos Jogos

Brasil volta a campo na terça-feira, 31 de março, às 21h (Brasília), contra a Croácia no Camping World Stadium, em Orlando (EUA) — último amistoso antes da convocação final pra Copa do Mundo. Lembrem: é a mesma Croácia que eliminou o Brasil nas quartas em 2022 nos pênaltis depois de Neymar fazer um golaço. O espectro do Catar ainda assombra. Ancelotti precisa mostrar evolução ou vai carregar o peso de chegar ao Mundial com dois amistosos perdidos pra seleções europeias. Missão difícil, mas é a que foi aceita quando assinou o contrato.

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Brasil x França: 5 Revelações Surpreendentes sobre o Clássico que Antecipa a Copa

O cenário está montado para um dos duelos mais emblemáticos do futebol mundial. Nesta quinta-feira, 26 de março, às 17h (horário de Brasília), o Gillette Stadium, em Foxborough, torna-se o epicentro das atenções para brasileiros e franceses. Mais do que um simples amistoso de luxo, o confronto representa o último grande teste de fogo antes da Copa do Mundo de 2026. O jogo terá transmissão da TV Globo, da GE TV e do SporTV. Na casa do New England Patriots, em uma região de Boston que abriga uma das maiores comunidades brasileiras do mundo, o clima é de contagem regressiva. Para Carlo Ancelotti e sua comissão, o jogo é também uma missão de reconhecimento tático: o estádio será palco de sete partidas do Mundial, incluindo uma decisiva quarta de final.


1. O “Hospital” é Compartilhado: Desfalques de Lado a Lado

A narrativa de que apenas o Brasil chega “desfigurado” não resiste a uma análise técnica mais profunda. Embora Carlo Ancelotti enfrente um dilema logístico sem precedentes — perdendo pilares como Alisson, Alex Sandro, Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães, Rodrygo, Estêvão, Vanderson, Militão e Caio Henrique — a França de Didier Deschamps também lida com baixas cruciais.

Os Bleus desembarcaram nos EUA sem o zagueiro William Saliba (Arsenal), cortado após a final da Copa da Liga Inglesa e substituído às pressas por Maxence Lacroix, e sem Jules Koundé. Esse cenário transforma o clássico em um verdadeiro laboratório de novos talentos.

“Ainda não há indicações da escalação por parte do treinador, já que ele ainda não teve o grupo completo à disposição. De toda forma, Bento e Ederson disputam uma vaga no gol… Andrey é o provável substituto de Bruno Guimarães no meio-campo.” — Relatos sobre os ajustes de Ancelotti nos treinos em Orlando.

Análise: Com o Brasil inserido no Grupo C da Copa (ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia), testar a profundidade do elenco contra uma potência física como a França é vital. A ausência de titulares força a entrada de nomes como Hugo Souza, Kaiki Bruno e Luiz Henrique, que precisam provar que podem suportar a pressão de um jogo desse calibre antes da convocação final em maio.

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2. Mbappé: O Capitão em Busca do Ritmo e do Recorde

Aos 27 anos, Kylian Mbappé chega a Boston com uma fome de gols alimentada por um histórico recente de inatividade. O craque do Real Madrid ficou de fora de quatro rodadas da La Liga devido a um problema persistente no joelho e só recuperou o ritmo de jogo no último domingo, quando saiu do banco aos 64 minutos na vitória contra o Atlético de Madrid.

Agora, ele tem um alvo claro: com 55 gols pela seleção, Mbappé está a apenas dois tentos de igualar Olivier Giroud (57) como o maior artilheiro da história da França.

“Estou 100% recuperado. Me preparei para as duas últimas Copas da melhor forma possível, que é jogando, marcando gols, conquistando títulos e lutando até o último minuto pelo meu clube. Este ano vou fazer o mesmo para chegar na melhor forma.” — Mbappé, em entrevista ao jornal AS.

Análise: O peso psicológico de buscar um recorde histórico contra o Brasil é imenso. Mbappé sabe que o Brasil é o teste definitivo para sua condição física. Para a defesa brasileira, segurar um capitão sedento por história será o maior exame tático deste ciclo.


3. A Aliança Estratégica: Seleção Brasileira + New England Patriots

A parceria entre a CBF e o New England Patriots é uma jogada de mestre que transcende o campo. A colaboração envolve ações como a “Fan Fest” no Patriot Place Plaza e recepções VIP para influenciadores, mas o objetivo é consolidar a marca da Seleção no mercado americano antes de 2026. A relação é estreita: em 2025, a CBF chegou a promover cursos de treinadores em Boston em parceria com a franquia da NFL e o New England Revolution (MLS).

“A parceria com o New England Patriots reforça a capacidade do futebol brasileiro de dialogar com outras grandes instituições esportivas do mundo e de criar experiências que aproximem ainda mais os nossos torcedores.” — Samir Xaud, Presidente da CBF.

Análise: O futebol (ou soccer) está “pegando carona” na excelência operacional da NFL. Utilizar a estrutura dos Patriots não é apenas uma conveniência logística, mas uma forma de cativar o público local e a vasta comunidade brasileira em Massachusetts, preparando o terreno para o que será a “casa” do Brasil em possíveis fases avançadas do Mundial.


4. O Retrospecto que Assusta: O Jejum em Palcos Oficiais

Historicamente, o Brasil venceu mais (7 vitórias contra 6 da França no retrospecto geral). No entanto, quando o assunto é “solo neutro” e competições oficiais, a França detém uma mística superior. O histórico em Copas do Mundo é um alerta que ecoa há décadas:

  • 1958 (Semifinal): Brasil 5 x 2 França (A última vitória oficial brasileira em Mundiais)
  • 1986 (Quartas): Brasil 1 (3) x (4) 1 França (Triunfo francês nos pênaltis)
  • 1998 (Final): Brasil 0 x 3 França
  • 2006 (Quartas): Brasil 0 x 1 França

Análise: Desde o hat-trick de Pelé em 1958, o Brasil não vence a França em jogos que realmente valem a “vida” em Copas. O amistoso no Gillette Stadium — estádio com alma de Copa — é a oportunidade perfeita para exorcizar esse fantasma e quebrar a sensação de domínio que os franceses impõem em campo neutro.


5. O “Casamento” de Ancelotti: Estabilidade em Meio ao Caos

Apesar das nove baixas por lesão, o ambiente na Seleção é de uma tranquilidade atípica. Carlo Ancelotti goza de uma segurança contratual rara na história recente da CBF, com sua renovação até o fim da Copa de 2026 praticamente selada. O treinador italiano tem usado o bom humor para lidar com o assédio da imprensa sobre o novo vínculo.

“Acho que a CBF não tem problema para renovar. Eu também não tenho problema para renovar. Quando um ‘casal’ quer seguir, acho que não tem problema. Antes ou depois, vamos oficializar essa renovação. Depois do Mundial, a ampliação do vínculo será mais cara.” — Carlo Ancelotti, em tom de brincadeira durante coletiva.

Análise: Essa estabilidade é o trunfo de Ancelotti. Ao contrário de técnicos pressionados por resultados imediatos, ele tem o respaldo para transformar este “Hospital” em uma oportunidade de testes reais. Em um grupo de Copa que exige atenção física contra a Escócia e Marrocos, a paz política de Ancelotti permite que ele foque exclusivamente no campo.


casemirobrasil
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Sabe aquele time que chega no baile com metade da galera gripada, um sapato furado e mesmo assim dança melhor que todo mundo? Esse é o Brasil. Enfermaria cheia, Ancelotti de paletó tranquilo como quem toma um espresso em Nápoles, e Vini Jr. com aquele sorrisão que já deixa qualquer lateral europeu nervoso antes do apito. A França vem com Mbappé faminto por recorde e um coletivo azeitado — respeito total. Mas aqui tem um detalhe que o dado estatístico não captura: brasileiro, quando está acuado e desacreditado, costuma fazer exatamente o que ninguém esperava. O retrospecto assusta, sim. Mas foi exatamente em 1958, com uma geração jovem e sem favoritismo, que o Pelê de 17 anos foi lá e fez dois na França. Talvez seja hora de um outro garoto repetir a dose. A bola rola , às 17h, na Globo, SporTV e GE TV. Vai perder?

Informações da Partida

  • Data: 26 de março de 2026
  • Horário: 17h (Brasília)
  • Local: Gillette Stadium, Boston (EUA)
  • Competição: Amistoso Internacional

Onde Assistir

  • Globo
  • Sportv
  • Globoplay

Prováveis Escalações

Brasil

Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Wendell; Bruno Guimarães, João Gomes, Lucas Paquetá; Rodrygo, Vinícius Jr, Endrick.

França

Maignan; Koundé, Upamecano, Konaté, Theo Hernández; Tchouaméni, Rabiot, Griezmann; Dembélé, Mbappé, Giroud.

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