Black Friday 2025: Promoção Real ou Truque do Troca-Troca de Preço?
Black Friday 2025 vale a pena? Descubra se os descontos são reais, quando comprar e como não cair em armadilhas de preço. Guia completo e sem enrolação pra você economizar de verdade.

Sabe quando você tá de olho naquela smart TV desde agosto, aí chega novembro e o preço “caiu” mas você tem certeza que tá pagando o mesmo valor de antes? Pois é. A Black Friday virou esse jogo de gato e rato entre lojista e consumidor — e spoiler: o gato tá aprendendo cada vez mais truques.
Esse ano, com a Black Friday marcada oficialmente pra 28 de novembro (mas que na real começa antes e se arrasta depois, porque Brasil), a pergunta que não quer calar é: os preços caem de verdade ou é só maquiagem no valor?
E olha, a resposta não é tão simples quanto parece. (Seria ótimo se fosse, né?)
O Esquema do Sobe-e-Desce: Como Funciona a Mágica dos Preços

Vamos direto ao ponto: sim, existe promoção real na Black Friday. Mas também existe muita pegadinha — e o truque mais clássico é o que a galera chama de “maquiagem de preço”.
Funciona assim: a loja aumenta o valor do produto algumas semanas antes da data, pra depois “descontar” e voltar pro preço normal. Aí você acha que tá levando vantagem, quando na verdade tá pagando o que sempre pagaria. É tipo aquele amigo que te convida pra churrasco mas divide a conta até da farofa.
Segundo dados recentes do Procon, cerca de 30% das ofertas apresentam algum tipo de irregularidade no histórico de preços. Não é todo mundo trapaceando, mas também não é pouca gente não.
A boa notícia? Agora ficou mais difícil aplicar essa malandragem. Desde 2022, as lojas são obrigadas a mostrar o preço mais baixo dos últimos 30 dias junto com o desconto anunciado. É tipo ter um fiscal na sua compra — e graças a Deus por isso.
Mas Então, Quando os Preços Caem DE VERDADE?
Aqui é onde a coisa fica interessante. Pesquisas mostram que algumas categorias de produtos realmente têm quedas significativas — e outras… bem, é mais propaganda que realidade.
As campeãs de desconto real costumam ser:
Eletrônicos de linha branca (geladeira, fogão, máquina de lavar) — especialmente modelos que as lojas querem tirar do estoque. TVs e smartphones, principalmente de gerações anteriores. Roupas e calçados, onde o desconto pode chegar a 40-50% real. Livros e itens de papelaria — porque essas categorias vivem fazendo promoção mesmo.
As que você precisa desconfiar:
Perfumes importados (muita maquiagem de preço rolando). Móveis planejados (aquele “desconto” de 70% nunca foi preço real). Produtos de beleza de marcas premium. Eletrônicos de última geração — se o iPhone mais novo tiver 40% de desconto na Black Friday, desconfia.
Pensando bem, é quase como futebol: tem que conhecer o histórico do time (ou do produto) pra saber se aquela vitória é legítima ou foi contra o time reserva do adversário.
O Timing É Tudo: Quando Apertar o Botão de Comprar?
Pergunta de ouro: compra na quinta-feira da Black Friday ou espera a Cyber Monday? Ou será que o melhor é pegar aquelas ofertas antecipadas que começam semana antes?
A real é que não existe uma resposta universal — e quem disser que existe tá mais perdido que cego em tiroteio. Depende muito do produto e da loja.
Mas algumas estratégias funcionam:
Para eletrônicos grandes: as melhores ofertas costumam sair mesmo no dia oficial ou na madrugada antes. As lojas grandes jogam suas cartas mais fortes na data principal porque sabem que a galera tá comparando preço em tempo real.
Para moda e calçados: tem desconto bom a semana inteira. Não precisa dessa correria toda não. Aliás, comprar depois da Black Friday às vezes rende até mais, quando as lojas querem liquidar o que sobrou.
Para produtos específicos que você já mapeou: aqui vale o monitoramento. Se você já tá de olho há meses, vai saber na hora se o desconto é real ou papo furado. Tem aplicativo e site que rastreiam o histórico de preços — usa isso a seu favor.
(Sério, cria o hábito de acompanhar preço antes. É chato? É. Mas é tipo treino: ninguém gosta de fazer mas faz diferença no resultado.)
As Ferramentas do Consumidor Esperto
Beleza, você não vai virar detetive de preços na mão grande. Mas também não precisa ser passado pra trás. Algumas ferramentas ajudam demais:
Aplicativos de comparação de preços tipo Zoom, Buscapé e Pelando mostram o histórico e comparam lojas em tempo real. Sites de cupons de desconto — às vezes você empilha um cupom em cima da promoção da Black Friday e aí sim o desconto fica interessante. A ferramenta de histórico de preços do próprio Google Shopping. Grupos de WhatsApp e Telegram focados em promoções — a galera avisa quando aparece oferta boa real.
E olha, não menospreza o poder das redes sociais não. Muita gente compartilha quando acha promoção legítima (e também quando pega a loja no flagra da maquiagem de preço).
O Problema do “Não Era Bem Isso Que Eu Queria”
Agora vem um ponto que ninguém fala muito mas deveria: o maior risco da Black Friday não é pagar caro, é comprar coisa que você não precisa.
Desconto bom não é desculpa pra entupir a casa de tranqueira. Aquele aspirador robô pode estar 50% off, mas se você mora numa kitnet e mal tem chão livre pra ele circular, qual o sentido?
É tipo aquela história: não adianta o ingresso do jogo tá barato se você nem gosta de futebol. (Tá, esse exemplo foi meio forçado, mas você entendeu.)
A melhor estratégia? Fazer uma lista ANTES — e só comprar o que tá nela. Eu sei que parece boring, mas é a diferença entre economizar de verdade e só gastar menos em coisa que você não ia comprar de qualquer jeito.
Spoiler Alert: 2025 Tá Diferente
Esse ano especificamente tem uns fatores novos no jogo. A economia tá num momento esquisito — inflação controlada mas juros ainda altos. Isso significa que as lojas PRECISAM vender, então tem chance de ver descontos melhores que nos últimos anos.
Por outro lado, o dólar oscilando afeta principalmente eletrônicos importados. Então se você tá de olho num notebook ou console de videogame trazido de fora, talvez o desconto não compense tanto a alta da moeda.
E tem mais: muita loja grande tá investindo pesado em live commerce — aquelas transmissões ao vivo com ofertas relâmpago. É a Black Friday encontrando o formato de programa de auditório. Pode soar meio desesperado (e às vezes é), mas algumas ofertas realmente valem a pena.
Então, voltando à pergunta inicial: Black Friday 2025 vale a pena?
Depende. (Eu sei, resposta frustrante.) Vale se você tiver estratégia, fizer o dever de casa de acompanhar preços antes, souber separar oferta real de maquiagem e — mais importante — comprar só o que realmente precisa ou já tava planejando.
A Black Friday não é vilã nem heroína. É tipo um jogo onde você precisa conhecer as regras pra não sair perdendo. E agora, pelo menos, as regras ficaram um pouco mais claras com a obrigatoriedade de mostrar o histórico de preços.
No fim das contas, o melhor desconto continua sendo não comprar o que você não precisa. Mas se precisa mesmo, aí sim vale pesquisar, comparar e — quando der aquele match perfeito entre necessidade e preço justo — apertar o botão sem medo.
E você? Já tem a lista do que vai caçar na Black Friday ou vai no improviso e torce pro melhor? Compartilha aí nos comentários — e manda esse texto pra aquele amigo que sempre reclama que foi enganado na promoção mas nunca pesquisa preço antes.
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