Os Hits Internacionais Mais Tocados na 98 em 2026: O Ano em que o Pop Voltou a Ter Alma (e Guitarras)
O som de 2026 chegou! Confira os hits internacionais que dominam a programação da 98 FM. De Bruno Mars e Lady Gaga ao fenômeno Benson Boone, analisamos por que as guitarras e a alma voltaram ao topo das paradas. Aumente o som e veja a lista completa das músicas mais tocadas!”
Por Redação 98 FM
Se você ligou o rádio hoje e achou que o mundo estava um pouco mais barulhento, mais dramático e, curiosamente, mais “orgânico”, você não está louco. Você está sintonizado em 2026.
Houve um tempo — ali por volta de 2022, 2023 — em que parecia que a música internacional tinha entrado em um coma induzido por algoritmos de 15 segundos. Tudo era feito para o reels, tudo era “sample” de algo que já foi bom, e a alma da música parecia ter sido trocada por um sintetizador genérico. Mas o jogo virou.
Aqui na 98, onde a gente não tem medo de falar o que pensa e muito menos de aumentar o volume, 2026 se desenha como o ano da redenção. O que está tocando agora não é apenas “barulho de fundo”; são hinos. De Lady Gaga a novos ícones que aprenderam a tocar instrumentos de verdade antes de aprenderem a usar filtros, a playlist da 98 em 2026 é um soco no estômago do tédio.
A “Ditadura” do Talento: Bruno Mars e a Conquista do Mundo (De Novo)
Vamos começar pelo óbvio, porque ignorar o que o Bruno Mars está fazendo em 2026 é como tentar ignorar um gol de placa no Mineirão: impossível.
O cara conseguiu o que poucos na história da música moderna fizeram: ele domina as paradas com duas músicas completamente diferentes ao mesmo tempo. Primeiro, temos “Die With A Smile”, a parceria com a Lady Gaga. Se essa música não te faz querer dirigir sem rumo à noite ou ligar para aquele ex que você jurou esquecer, você provavelmente é um robô. É o retorno da balada grandiosa, aquela que exige pulmão, gogó e uma produção que parece ter custado o PIB de um pequeno país. Na 98, ela é a campeã absoluta de pedidos no horário nobre.
Mas aí, ele vira a chave e entrega “APT.” com a ROSÉ. E aqui está o segredo de 2026: a mistura de mundos. O K-pop deixou de ser um nicho para adolescentes e se fundiu ao Pop-Rock de garagem. É chiclete, é rápido, é rebelde. É a música que faz o trânsito das 18h parecer suportável.
O Retorno das Guitarras: O “Pulo do Gato” de Benson Boone e Harry Styles
A 98 sempre teve um pé no Rock, e em 2026, o Rock decidiu dar um chute na porta do Pop. Se você olhar para os hits internacionais mais tocados este ano, vai notar algo estranho: guitarras. Guitarras de verdade.
Benson Boone com “Beautiful Things” não é apenas um hit; é um fenômeno de comportamento. Ele começa como uma balada folk e explode em um refrão que lembra o grunge dos anos 90, mas com a cara de 2026. É o tipo de som que a gente adora tocar aqui porque ele tem punch. Ele acorda o ouvinte.
E por falar em estilo, Harry Styles voltou com “Aperture”. Esqueça o Pop colorido do último álbum. Styles agora está flertando com o Indie Disco, algo mais maduro, mais denso. É música para quem gosta de música, não apenas para quem gosta de celebridades. É o tipo de faixa que faz a ponte perfeita entre a nova geração e a galera que cresceu ouvindo os clássicos que a 98 nunca deixou morrer.
Taylor Swift e a Era da Narrativa Infinita
Não dá para falar de rádio em 2026 sem falar da “Loirinha”. Mas a Taylor Swift de 2026 não é a mesma de cinco anos atrás. Com “The Fate of Ophelia”, ela abandonou de vez as batidas eletrônicas fáceis para abraçar um som cinematográfico. É quase um roteiro de filme em forma de música.
Por que ela toca tanto na 98? Porque Taylor entendeu que o público quer conexão. Em um mundo cada vez mais isolado por telas, ouvir uma história de dez minutos que parece falar diretamente com a sua vida é um alento. Ela é a maior contadora de histórias da nossa geração, e 2026 é o ano em que ela consolidou sua posição como uma entidade que flutua acima de qualquer tendência passageira.
O Top 10 que Define Nossa Programação em 2026
Para você que quer saber exatamente o que está bombando nos nossos transmissores, aqui está o “filé mignon” da programação internacional:
- “Die With A Smile” – Lady Gaga & Bruno Mars (A balada da década)
- “Opalite” – Taylor Swift
- “The Fate of Ophelia” – Taylor Swift (A obra-prima lírica)
- “BIRDS OF A FEATHER” – Billie Eilish (O Alt-Pop que não sai da cabeça)
- “Aperture” – Harry Styles (O toque de classe no dial)
- “Beautiful Things” – Benson Boone (O grito de liberdade nas guitarras)
- “Lose Control” – Teddy Swims (O Soul que a 98 ama)
- “End of Beginning” – Djo (A nostalgia moderna)
- “Espresso” – Sabrina Carpenter (O Pop refrescante para o verão)
- “Olivia Dean – Man I Need
Por que 2026 é Diferente?
Se você reparar bem, essa lista não é composta por músicas descartáveis. Em 2026, o público da 98 FM cansou da “música de plástico”. Estamos vendo a ascensão de artistas como Billie Eilish, que em “BIRDS OF A FEATHER” entrega uma vulnerabilidade que é quase desconfortável de tão real.
Estamos vendo o fenômeno do Teddy Swims, um cara que parece ter saído de uma gravadora de Motown dos anos 60 direto para os estúdios digitais de hoje. O sucesso de “Lose Control” prova que a voz — a voz crua, potente, sem excesso de autotune — ainda é o instrumento mais poderoso que existe.
A Reflexão: Música é Identidade, Não Algoritmo
Aqui na 98, a gente sempre bate na tecla de que rádio é companhia. E para ser uma boa companhia, a música precisa significar algo.
Os hits internacionais de 2026 mostram que o mundo está tentando recuperar o tempo perdido. Estamos saindo de uma era de isolamento para uma era de celebração. Quando tocamos Sabrina Carpenter ou Djo, não estamos apenas preenchendo o tempo entre um bloco de notícias e uma transmissão de futebol. Estamos entregando a trilha sonora da sua vida.
Essas músicas são as que você vai lembrar daqui a dez anos. Elas têm a marca da autenticidade. Seja no rock visceral de Benson Boone ou no pop sofisticado de Harry Styles, 2026 é o ano em que a música internacional voltou a ter peso. Ela tem corpo. Ela tem história.
O que vem por aí?
A gente continua de olho no que está subindo nas paradas e, mais importante, no que está fazendo o seu coração bater mais forte quando você aumenta o volume do carro. Fique ligado na 98, porque o som não para.

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